CICLO FAIXA DE BICICLETA NOS CENTROS URBANOS , uma experiência na Cidade de Buenos Aires.
Veja que é na escala do pedestre onde nasce uma rua proporcionado ao grande protagonista , ou seja o individuo que circula na rua, participar da enorme diversidades de fluxos que existem, pedestres, automóveis, motos, bicicletas, tráfego como sendo as condições que exigem um mudança de comportamento e condutas sob o uso do espaço público.
Manifestado por uma hierarquia planejada, a rua destinada a função da circulação de bicicletas e pedestres , são as grandes "vedetes" deste novo século XXI, que exige a mobilidade das funções urbanas nas áreas centrais.
o deslocamento ao trabalho, a entrega de um documento, a circulação do trabalho e dos empregados, o uso de um sistema que não agride o meio ambiente, e sua eficiência na problemática da mobilidade urbana nas áreas centrais.
funcionário de uma Panaderia circula em uma área exclusiva para o uso de bicicleta, que também seu condutor , permanece na sua faixa orientando se conforme a sinalização horizontal existente na rua.
Abordagem dos processos de educação e formação do profissional da Arquitetura e Urbanismo, percepção e leitura da cidade no saber-fazer o projeto do edificio.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
domingo, 16 de dezembro de 2012
EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS NA METRÓPOLE
ARQUITETURA MODERNA EM SÃO PAULO.*
leitura da cidade , ambiente urbano da metropole identificando a sua arquitetura através da seleção dos edificios que fazem parte da historia da ARquitetura Moderna no Brasil ( Década 1922- 1980 ) tendo como ambiente urbano a cidade, revelaremos os sinais das transformações desta longa historia.
“Reconhecer a Arquitetura Moderna e as transformações do espaço urbano, destacando na visitação as edificações símbolos do século XX.“
1º Dia 07/06 – (Quinta Feira)
Tarde - Embarque no aeroporto de Fortaleza, com destino a São Paulo. Chegada e acomodação do grupo.
Tarde – 14h Passeio a pé pela Região Central. Patrimônio da Arquitetura Moderna nas décadas de 1950-1960: Praça da República, Biblioteca Mario de Andrade, Viaduto do Chá, Praça do Patriarca, Pateo de São Bento. Rua 25 de março.
2º Dia 08/06 – (Sexta Feira)
Manhã – 10h Av. Paulista e sua produção arquitetônica: visitação aos edifícios residenciais, comerciais e institucionais que protagonizaram a história da arquitetura moderna nas décadas 1950 à 1980: Conjunto Nacional , Edificio Itaú arquiteto Rino Levi, Conjunto de blocos da C.E.F , MASP, Parque Trianon , FIESP .
11h30 Centro Cultural Vergueiro
12h30 almoço no bairro da Liberdade
Tarde – 14h Casa Modernista, Rua Santa Cruz.
15h Parque Ibirapuera, Pavilhão do MAM, Teatro do arquiteto Oscar Niemeyer.
16h Museu da Escultura, Paulo Mendes da Rocha.
17h FAUSP, Rua do Lago. Arquiteto Vila Novartigas.
18h Memorial da América Latina, arquiteto Oscar Niemeyer.
3º Dia 09/06 – (Sábado) –
Manhã –10h Sesc Pompéia
11h Av. Faria Lima. Shopping Iguatemi. Edifício empresariais arquitetos Aflafo e Gasperini.
12h Instituto Tomie Othake
Tarde – Av. Carlos Berrini. Arquiteto Carlos Bratke.
Edificio de empresas multinacionais, Torre empresarial.
Shopping Morumbi.
Edificio Incorporativo Rocheverá, arquiteto Aflalo e Gasperini.
leitura da cidade , ambiente urbano da metropole identificando a sua arquitetura através da seleção dos edificios que fazem parte da historia da ARquitetura Moderna no Brasil ( Década 1922- 1980 ) tendo como ambiente urbano a cidade, revelaremos os sinais das transformações desta longa historia.
“Reconhecer a Arquitetura Moderna e as transformações do espaço urbano, destacando na visitação as edificações símbolos do século XX.“
1º Dia 07/06 – (Quinta Feira)
Tarde - Embarque no aeroporto de Fortaleza, com destino a São Paulo. Chegada e acomodação do grupo.
Tarde – 14h Passeio a pé pela Região Central. Patrimônio da Arquitetura Moderna nas décadas de 1950-1960: Praça da República, Biblioteca Mario de Andrade, Viaduto do Chá, Praça do Patriarca, Pateo de São Bento. Rua 25 de março.
2º Dia 08/06 – (Sexta Feira)
Manhã – 10h Av. Paulista e sua produção arquitetônica: visitação aos edifícios residenciais, comerciais e institucionais que protagonizaram a história da arquitetura moderna nas décadas 1950 à 1980: Conjunto Nacional , Edificio Itaú arquiteto Rino Levi, Conjunto de blocos da C.E.F , MASP, Parque Trianon , FIESP .
11h30 Centro Cultural Vergueiro
12h30 almoço no bairro da Liberdade
Tarde – 14h Casa Modernista, Rua Santa Cruz.
15h Parque Ibirapuera, Pavilhão do MAM, Teatro do arquiteto Oscar Niemeyer.
16h Museu da Escultura, Paulo Mendes da Rocha.
17h FAUSP, Rua do Lago. Arquiteto Vila Novartigas.
18h Memorial da América Latina, arquiteto Oscar Niemeyer.
3º Dia 09/06 – (Sábado) –
Manhã –10h Sesc Pompéia
11h Av. Faria Lima. Shopping Iguatemi. Edifício empresariais arquitetos Aflafo e Gasperini.
12h Instituto Tomie Othake
Tarde – Av. Carlos Berrini. Arquiteto Carlos Bratke.
Edificio de empresas multinacionais, Torre empresarial.
Shopping Morumbi.
Edificio Incorporativo Rocheverá, arquiteto Aflalo e Gasperini.
SABER PROFISSIONAL DO ARQUITETO URBANISTA NO SÉCULO XXI: Experiências e leituras das metropoles no Mercosul
TITULO DA PESQUISA Educação e Saber ARquitetura e Cidade
TEMA - Formação do profissinal de professores para o curso de Arquitetura e Urbanismo
AREA DE ATUAÇAO - Ensino- Avaliação - Aprendizagem , Formação profissional , Atribuições do ARquiteto e Urbanista
CONHECIMENTO - CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, ARQUITETURA E URBANISMO, CIDADES
PALAVRA CHAVES - EDUCAÇÃO, ARQUITETO , CIDADES MERCOSUL
DESCRIÇÃO DA PROPOSTA
OBJETIVO GERAL
OBJETIVO ESPECIFICO
Investigar através das experiências do ensino da produção arquitetônica , da visitação dos lugares urbanos , dos relatos descritivos vivenciados no ambiente urbano das metrópoles do Mercosul , do saber profissional dos arquitetos nesta primeira década do século XXI através da leitura da Arquitetura e suas transformações com o espaço.
Descrever os aspectos da educação da Arquitetura e Cidade atraves da investigação dos fatos históricos relevantes que compoem uma radiografia cultural na vida dos lugares visitados e interpretados
Demonstrar as edificações para a leitura e interpretação das metrópoles de São Paulo - Fortaleza, Buenos Aires - Rosário, Asunción- Ciudad del Leste) .
ESTRATEGIAS METODOLOGICA Foto 1 - Arquitetura da década de1970 em Asunción na Região Central
LEITURA DA CIDADE
A nossa estrategia para a leitura da metropole é a sua Arquitetura e Cidade, para a tarefa propomos a fotografia como instrumento desta apreensão da imagem, que nos permite dialogar com o espaço
TEMA - Formação do profissinal de professores para o curso de Arquitetura e Urbanismo
AREA DE ATUAÇAO - Ensino- Avaliação - Aprendizagem , Formação profissional , Atribuições do ARquiteto e Urbanista
CONHECIMENTO - CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, ARQUITETURA E URBANISMO, CIDADES
PALAVRA CHAVES - EDUCAÇÃO, ARQUITETO , CIDADES MERCOSUL
DESCRIÇÃO DA PROPOSTA
OBJETIVO GERAL
OBJETIVO ESPECIFICO
Investigar através das experiências do ensino da produção arquitetônica , da visitação dos lugares urbanos , dos relatos descritivos vivenciados no ambiente urbano das metrópoles do Mercosul , do saber profissional dos arquitetos nesta primeira década do século XXI através da leitura da Arquitetura e suas transformações com o espaço.
Descrever os aspectos da educação da Arquitetura e Cidade atraves da investigação dos fatos históricos relevantes que compoem uma radiografia cultural na vida dos lugares visitados e interpretados
Demonstrar as edificações para a leitura e interpretação das metrópoles de São Paulo - Fortaleza, Buenos Aires - Rosário, Asunción- Ciudad del Leste) .
ESTRATEGIAS METODOLOGICA Foto 1 - Arquitetura da década de1970 em Asunción na Região Central
LEITURA DA CIDADE
A nossa estrategia para a leitura da metropole é a sua Arquitetura e Cidade, para a tarefa propomos a fotografia como instrumento desta apreensão da imagem, que nos permite dialogar com o espaço
Hotel Guarani. Arquieto .....Ano.....
A foto acima nos revela a caracterista de um Edificio Moderno - as caracteristicas da edificação são reveladas a partir da apreensão da forma do material utilizado pelo arquiteto. Sinais indicam que sua proposição relevante para a historia da ARquitetura pois se trata da ARquietura Moderna e sua condição de extrair os seus codigos visuais interpretativos, entre estes destaca-se na edificação : os brisses soleis, os pilotis, planta livre, cobertura como teto jardim. sua localização é estrategia na cidade revelando sua significancia para o contexto das demais do seu entorno.
foto 2 - Arquitetura Pós Moderna na cidade de Asunción
foto 3 - arquitetura da Modernindade na cidade de Asunción
foto - arquitetura de condominio residencial e a integraçao com a Natureza
Arquitetura revisionista do Modernismo
Arquiteura dos fins do século XX - o retorno do pos moderno revisionado do Funcionalismo
domingo, 3 de junho de 2012
A INTELIGIBILIDADE DA METRÓPOLE
METRÓPOLE DA MODERNIDADE A INFORMACIONAL
Area de Concetração :
Palvras Chaves
Area de conhecimento específico
Viaduto do Chá, década de 1950
Transformações urbanas dos espaços midiáticos
Area de Concetração :
- Semiótica Visual do espaço urbano
- Signo urbano estético
- Significação e leitura do não verbal
Palvras Chaves
- Visibilidade e visualidade
- Imagem Urbana
- Metrópole Informacional
Area de conhecimento específico
- Arquitetura e Urbanismo
- Desenvolvimento e Meio Ambiente
- Educação e Metrópole
- Semiotica visual da cidade
Viaduto do Chá, década de 1950
Mapa da Região Central de São Paulo
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
XIII BIENAL APRESENTAÇAO DOS PROJETOS DE SUSTENTABILIDADE
OS CAMINHOS DE UMA METROPOLE desenha a calçada como protagonista de novos lugares
INTRODUÇÃO
Esta experiência nos revela a calçada como sendo a maior protagonista da metrópole mundial, global , cultural assim voce queira denominar a grande cidade. Analisamos a cidade de Buenos Aires, o trecho da Av. Corrientes noturno, e a Av. Santa Fé diurno. Nestes espaços publicos encontramos uma nova rota para dar significado a construção do sentido da metropole portonha.
Na calçada como objeto de estudo foi revelada a sua dimensao como sendo a própria capacidade de desenho existentes entre as conexçoes, que permitiram usos, zonas criar um funcionamento da rede urbana que estabeleceu uma grande momumentalidade e grandiosidade a estes fluxos. O fato urbanos observado, identificado em fotografia servirá para dimensionar novas redes para percursos e caminhos, desafios presentes pelos turistas e principalmente por curiosos e atentos aos fluídos urbanos que são muitos caracteristicos nas grandes cidades.
Porém o turista nao reconhece estes fluídos, pois são revelados em fluxos, dinâmicas urbanas, sociais, eocnomicas, mas sao os ambientes fisicos, como por exemplo, as calçadas, ruas os verdadeiros protogonistas dos espaços urbanos. Para uma tarefa austusiosa indicamos que se familiarize com os caminhos a serem descobertos, e que se distingue nesta observaçao entre o espaço público e privado.
Para isto, o observador dever registrar aquele momento em que quebra se o limite destas areas publica e privada , surgem outra categoria de análise, o lugar.
O Lugar é um manifestaçao de cada um dos usos que decorre do estabelecimentos de contatos entre usuarios, habitantes, turistas, visitantes, nas calçadas, gerando um verdadeiro fluxos, e promovendo as conexções e interconexeções como os espaços públicos e privados.
as calçadas sao como rotas capazes de revelar uma outra cartografia urbana, que não encontramos nos mapas turísticos e nem tão pouco nos mapas temáticos e técnicos de planejamento. O desenho deste mapa revelará a dimensão atemporal que os espaços públicos das calçadas representam para o nosso cotidiano urbano.
Esta será apenas uma apresentação da possibilidade de novos olhares e leituras a partir de uma observação , com o olhar entre uma janela o fotografo registra os fatos que comprovem a dinamica urbana dos fluxos e redes das calçadas. Nada mais que elaborar uma outra rota, e que consiste em descobrir os caminhos e percursos utilizados pelos usuários da metrópole compondo como uma nova radiografia das ineterconexções com os observadores e turistas.
a metrópole cultural e suas conexeções nas mídias eletrônicas desenham o cenário da imagem de vida noturna.
av. Corrientes, acessos aos teatros locais e a calçada como lugar da vitrine da dimensao dos diversos tipos de eventos existeste e de livre escolha pelos usuarios e passantes.
livrarias sao os cenários de visitaçao noturna apos a saída dos cinemas, centro de cultura, teatro, e a significaçao da metropole cultural de Buenos Aires.
Porém esta metropole cultural tem uma vida noturna que se faz presente como capital de vanguardia, e sua ruas são desenhadas demonstrando estas faces, basta observar os caminhos dos usuários , iluminados pela comunicaçao e midias eletrônicas , a paisagem revela não somente o cenário cultural, mas sim na manifestação destes usuários com os seus próprios caminhos e percursos. Estes encontram o significado dos signos expostos diariamente no contidiano que desfamiliarizado , o observador desencontra se com os sentidos, e sinalizam uma propaganda, marketign comercial. Este observador agora passa a reconhecer portanto, a sua importância , os fluxos de pedestres são os protagonistas deste espaço que se desenha como lugar da cultura noturna.
Estamos falando de caminhos e percursos que são realizados noturnamente, estes exigem a condição de espaço público vivenciado pela manifestação dos usos , pois a vida na metrópole manifesta se em tempo atemporal, pois são os usuários destes espaços públicos , que noturnamente constroem os lugares de fluxos e das interconexções e com as diferentes faces de uma metrópole cultural.
o lugar na metrópole a partir dos caminhos conectados pelos próprios moradores que conduzem um estilo de vida particular , para uma metropole que se apropria destas condições desenha para cada uma das hierarquias uma condição de usuario do espaço público como manifestação de interesse da coletivadade.
Sao os meios de locomoção nas áreas baixas de uma grande cidade que desenham os fluxos diários das mais diversas manifestações da urbe, analisar estes caminhos nos permite também construir uma radiografia das conexções que se faz a pé cotidianamente, o caminhar como caminho da condição do morador que encontra no espaço público a possibilidade de se manifestar, e conduzir uma rota própria.
os acessos de permanência e a exigência de uma conduta para continuar caminhando será estabelecida na regra do desenho e na condição de hábito dos moradores que encontra na calçada o lugar da transição e dos fluxos .
o pedestre e a cidade suas relações com o uso do espaço público e a inserçao de novas estruturas urbanas capazes de desenhar o lugar.
Esta experiência nos revela a calçada como sendo a maior protagonista da metrópole mundial, global , cultural assim voce queira denominar a grande cidade. Analisamos a cidade de Buenos Aires, o trecho da Av. Corrientes noturno, e a Av. Santa Fé diurno. Nestes espaços publicos encontramos uma nova rota para dar significado a construção do sentido da metropole portonha.
Na calçada como objeto de estudo foi revelada a sua dimensao como sendo a própria capacidade de desenho existentes entre as conexçoes, que permitiram usos, zonas criar um funcionamento da rede urbana que estabeleceu uma grande momumentalidade e grandiosidade a estes fluxos. O fato urbanos observado, identificado em fotografia servirá para dimensionar novas redes para percursos e caminhos, desafios presentes pelos turistas e principalmente por curiosos e atentos aos fluídos urbanos que são muitos caracteristicos nas grandes cidades.
Porém o turista nao reconhece estes fluídos, pois são revelados em fluxos, dinâmicas urbanas, sociais, eocnomicas, mas sao os ambientes fisicos, como por exemplo, as calçadas, ruas os verdadeiros protogonistas dos espaços urbanos. Para uma tarefa austusiosa indicamos que se familiarize com os caminhos a serem descobertos, e que se distingue nesta observaçao entre o espaço público e privado.
Para isto, o observador dever registrar aquele momento em que quebra se o limite destas areas publica e privada , surgem outra categoria de análise, o lugar.
O Lugar é um manifestaçao de cada um dos usos que decorre do estabelecimentos de contatos entre usuarios, habitantes, turistas, visitantes, nas calçadas, gerando um verdadeiro fluxos, e promovendo as conexções e interconexeções como os espaços públicos e privados.
as calçadas sao como rotas capazes de revelar uma outra cartografia urbana, que não encontramos nos mapas turísticos e nem tão pouco nos mapas temáticos e técnicos de planejamento. O desenho deste mapa revelará a dimensão atemporal que os espaços públicos das calçadas representam para o nosso cotidiano urbano.
Esta será apenas uma apresentação da possibilidade de novos olhares e leituras a partir de uma observação , com o olhar entre uma janela o fotografo registra os fatos que comprovem a dinamica urbana dos fluxos e redes das calçadas. Nada mais que elaborar uma outra rota, e que consiste em descobrir os caminhos e percursos utilizados pelos usuários da metrópole compondo como uma nova radiografia das ineterconexções com os observadores e turistas.
Av. Corrientes eixo cultural da metrópole de Buenos Aires, 16 de outubro as 23h40
Estamos falando dos caminhos e percursos que fazemos nas metropoles culturais, em especial a de Buenos Aires que nos conduz a descobrir a relaçao entre o espaço publcio e privado, e em cada observaçao o lugar que se desenha na conexeção que ser faz entre o usuarios e a metropole. cada dia, ou noturnamente os passantes compoem o fluxo e a dinamica que estabelece esta rede de contatos entre os leitores desta paisagem dinamica e carregada de fluidez eletronica e luminotecica.
Entre o limite do espaço público e privado a barreira é desenhada como pactuação do usuário da existência de um impedimento , naquele conflito surge um outro espaço, é o lugar que se manifesta através do uso de uma simples venda de flores, que encontra se no limite entre o que é uso do público e o que é o uso do privado .
O espaço público e privado em harmonia com as condições do uso do urbano , é como manifestação da urbe que adota a privacidade este estabelece na medida em que o privado encontra se no público, o lugar para vivenciar esta dinâmica que é a vida na cidade.
a calçada como a protagonista do novo desenho da metropole.
A calçada , é ali na escala do pedestre onde encontraremos as maiores manifestaçoes da urbe metropole, caminho da fisicalidade da observação dos passantes e indivíduos que utilizam deste lugar que manifesta como sendo o maior protagonista da cidade. A calçada que se desenha aos acessos e multiplos usos que as calçadas sao capazes de representar como fluxos, diversidades de caminhos e uma dinamica incoorporada pelo desejo de caminhar entre ruas, calçadas.
domingo, 18 de setembro de 2011
BUENOS AIRES NOTURNO
AVENIDAD CORRIENTES
MODERNIDADE DE CLORINDO TESTA - A referencia de um símbolo da Arquitetura Moderna na cidade, trata-se de uma edificação cuja arquitetura do concreto armado, revela a modernidade como referência de linguagem , esta foi incorporado no mundo e principalmente na América por grandes nomes da historia do século XX.
è neste pequeno ensaio que observamos a riqueza da expressão da obra que revela o papel e o trabalho dos arquitetos moderno. Em Buenos Aires, ou em São Paulo , estes são os grandes responsáveis pela maturação de uma contribuição social do profissional, que atua na áreas diversas do saber, artes, escultura, e suas manifestações visuais.
Assim como neste edificio sede de um Banco na cidade, o Arquiteto Clorindo Testa, explora de maneira plástica o material de construção, que estava em modo na época, mas que suas linguagens se destaca por uma proposta única de fazer o edifício da modernidade expressar iconicamente.
vista principal da Biblioteca Nacional Argentina, na cidade de Buenos Aires, arquiteto Clorindo Testa.
vista janela da sala de leitura da Biblioteca no subsolo do edificio
BANCO ARGENTINO
Assinar:
Postagens (Atom)
















